Como é o Carnaval fora do Brasil?

Folia na neve, na terra do tango ou ao som de salsa. Apresentamos a você sete destinos  improváveis, onde a festa rola solta e a experiência não deixa nada a desejar em relação ao Carnaval Brasileiro.

Como é o Carnaval fora do Brasil?

Todo mundo sabe que o maior Carnaval do mundo é o nosso. Mas você há de concordar que celebrar faz parte da cultura de grande parte dos povos. Assim sendo, nesta época do ano, faça neve ou faça sol, foliões também existem e resistem em muitos outros países.

Conheça um pouco da festa em sete cidades mundo afora. Muitas delas vão surpreender você e deixá-lo com vontade de incluí-las na lista das próximas viagens dos sonhos com LATAM Pass.

Nice (França)

Nesta época do ano faz frio na Riviera Francesa mas, ainda assim, há Carnaval por lá. Detalhe: não se trata de uma festinha qualquer. A folia em Nice, realizada entre os dias 15 e 29 de fevereiro, atrai mais de um milhão de pessoas todos os anos. Isso porque as suas ruas se tornam palco de um festival com direito a carros alegóricos, bonecos gigantes de papel machê e pessoas fantasiadas. Há cor e poesia em cada esquina da cidade.

Barranquilla (Colômbia)

Se o fato de existir Carnaval na Colômbia for uma novidade para você, saiba que a festa realizada entre os dias 22 e 25 de fevereiro em Barranquilla, além de ser considerada a segunda maior do mundo, foi declarada Patrimônio Cultural Imaterial pela Unesco em 2003. Com cerca de dois milhões de habitantes, a cidade portuária coloca milhares de turistas e moradores locais para dançar ao ritmo de muito congo, cumbia, entre outras músicas folclóricas. Outro ponto forte da festa é a Batalha de Flores, tradicional desfile de carros alegóricos cobertos de flores que acontece desde 1902.


Buenos Aires (Argentina)

Além da paixão pelo futebol, temos outra semelhança com os nossos hermanos: poucos sabem, mas existe Carnaval na Argentina. A diferença, porém, é que a festa de lá é pouco parecida com a nossa e tem uma raiz mais europeia. Isso fica bem nítido na escolha das fantasias utilizadas, a maioria inspirada no teatro popular italiano. Em Buenos Aires, do início de fevereiro à primeira semana de março, ruas de bairros como Palermo e San Telmo recebem as apresentações de “murgas” e “corsos”, grupos que desfilam com o apoio de bandas de percussão.  

Miami (EUA)

Os residentes e turistas latinos são tantos que, é claro, há Carnaval em Miami. E sua concentração não poderia ser outra que não o bairro de Little Havana. Realizado anualmente no segundo ou terceiro domingo de março, a folia de lá tem forte influência cubana. Por isso, nos quarteirões onde a festa acontece, além de poderem se deliciar com gastronomia típica, os festeiros escutam muita salsa, tango, jazz latino e rumba.

Lisboa (Portugal)

Sim, esta época do ano faz frio em Portugal, mas nada impede que os lusitanos caiam na folia. Em Lisboa, por exemplo, além de carnaval de rua com bloquinhos e muita gente fantasiada, as casas noturnas também entram no clima. Merece destaque o fato de que no sábado de Carnaval, o salão do Palácio Nacional de Queluz, localizado a cerca de 20 minutos da capital portuguesa, se transforma em um grande baile que celebra o espírito carnavalesco do século 18, com direito a ateliê de máscaras e músicas de época.       

 

Moscou (Rússia)

Maslenitsa, este é o nome do Carnaval nos países eslavos. A folia por lá acontece entre os dias 24 de fevereiro e 1º de março. Nas ruas de Moscou, principalmente no entorno da emblemática Catedral de São Basílio, a festa pagã é uma homenagem à chegada da primavera. Além de desfiles com pessoas fantasiadas, durante a celebração consome-se bastante bini, panqueca típica da data, drinks à base de vodka e tem até patinação e guerrinha de gelo. Um tanto quanto diferente do nosso Carnaval. 

Londres (Inglaterra)

Um evento equivalente ao nosso carnaval acontece no bairro de Notting Hill em Londres, só que apenas no mês de agosto. São dois dias de desfile: um no último domingo para as crianças e outro na segunda para os adultos. Tradicional, a festa que nasceu como resistência à discriminação sofrida por estrangeiros, atrai milhares de pessoas e tem até desfile aos moldes do carnaval brasileiro.


 

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